O Objeto perdido


Em meio a uma roda com fogueira, numa certa noite de interior, muito frio e histórias de horror, um certo garoto lança um desafio ao amigo. Faremos uma aposta, eu duvido que o Marcio entrar no cemitério a meia noite???? Marcio então respondeu ao amigo: - Aceito o desafio e não só entro como ainda trago algo para comprovar que estive lá. Então a meia noite ambos foram ao portão do cemitério, o amigo para ver com seus próprios olhos que Marcio entraria no cemitério. Marcio entra, e o amigo assustado com a escuridão corre de volta para casa e fica lá com os amigos esperando o retorno de Marcio. Marcio com muito medo, começa a ouvir passos e vozes, olha para traz e nada vê somente uma enorme escuridão, com muito medo, arranca logo uma cruz do cemitério e corre desesperado de volta para casa...... ao sair do cemitério ao longe escuta gritos de desespero. Chegando em meio ao amigos, entra em casa sorridente e mostrando a todos sua coragem, com aquela cruz na mão, prova ao amigo que não tem medo de mortos. Os dois ficam rindo da aposta..... quando adentra em casa um dos amigos dizendo:- Marcio, o João Alves está ai fora te procurando.... ele veio buscar algo dele que está com você. Marcio olha desesperado para o amigo e diz: - Mas eu não conheço nenhum João Alves, e no mesmo instante os dois olham para a cruz e para espanto dos dois, na lápide havia o nome... "João Alves".

Vaidade ou Loucura?

Essa jovem tinha a beleza, a qual foi sua ruína... Dana Newman foi abençoada coma beleza de uma deusa porém amaldiçoada com a incapacidade de reconhecê-la, sua vaidade e insegurança eram preenchidas com namorados abusivos, aos 20 anos caiu em depressão tendo alto-aversão, o que os médicos tentavam combater, em busca da perfeição trabalhou com um cirurgião sendo paga em plástica no nariz, de seios e uma lista infinita de operações que não necessitava fazer. Uma noite sozinha na clínica tentou fazer uma pequena cirurcia em seus rosto para tirar um pequeno defeito, no final a operação foi um grande desastre e ela ficou cega de um olho, então enfim ela desistiu da perfeição, em contrapartida se mutilou na banheira até suas veias secarem, disseram que ela era tão linda morta quanto viva...

A Lenda do soldado Andrade

Corria o ano de 1988, na cidade de Manaus, mais precisamente no Bairro da Cidade Nova, em um local apelidado de Baixada Fluminense até hoje. 
Na época, o bairro da Cidade Nova havia sido fundado a uns seis anos atrás e a Baixada Fluminense era o único acesso para as ruas e casas, sendo uma ladeira comprida que ao redor era uma mata fechada e não existia transporte público no local, e para pegar o ônibus era necessário subir a ladeira que à noite, sem iluminação, era escura demais para voltar, descer do coletivo na via principal e descer ladeira abaixo.

"Onde Judas Perdeu as botas?" - Significado

[Judas.jpg]A expressão "onde Judas perdeu as botas" é usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.
Existe uma história não comprovada que relata que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhara por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem seus sapatos, saíram em busca dos mesmos e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se tais botas foram achadas.

 Em muitas pinturas antigas que chegaram até nós, Judas Iscariotes aparece calçando botas, peças do vestuário que dois mil anos antes de Cristo já eram usadas pe-los assírios, que as chamavam de borzeguins, da mesma forma como os artistas cômicos da Grécia antiga calçavam seus coturnos e os soldados das legiões romanas as botas pesadas e guarnecidas de pregos, que lhes deixavam os dedos de fora. Mas como em outras telas ele era retratado sem elas, a passagem do tempo e a idéia de que botas estariam ligadas às pessoas que viajavam muito e por isso chegavam a lugares

A Estrada sem fim (Estrada Lester)

Em Corona, na Califórnia, havia uma estrada conhecida como Estrada Sem Fim. Especificamente, o nome verdadeiro da estrada era Estrada Lester, e, atualmente, o terreno de Corona foi mudado, e a Estrada Sem Fim não existe mais. Entretanto, anos atrás, a Estrada Lester era uma estrada sem iluminação que as pessoas diziam não ter fim quando se passava por ela durante a noite. Aqueles que fizeram este caminho nunca mais voltaram.
A lenda ficou tão conhecida que as pessoas se recusavam a dirigir até mesmo durante o dia. Uma noite, durante minha adolescência (N/T: Lembrando que nos EUA, a idade mínima para ter licença para dirigir é 16 anos), eu dirigi pela Estrada Lester, mas apenas por uma curta distância. Através das luzes do farol, parecia mesmo que a estrada não acabava nunca. Assustado, imediatamente dei meia-volta, porque pensei que se continuasse, não voltaria nunca mais.
A propagação da lenda foi o suficiente para convencer a polícia local a investigar o que acontecia. A Estrada Lester fazia uma curva estreita para a esquerda no final, e ali não havia guard rails. Além da curva, havia um canyon, e do outro lado havia uma outra estrada que ia para cima e vista de certo ângulo, especialmente à noite, quando o canyon ficava invisível, parecia que a Estrada Lester continuava acima da colina.
Ao investigarem o local, dezenas de carros foram encontrados, com corpos em decomposição ainda presos aos seus assentos.

Madame de Montespan


Françoise-Athénaïs de Rochechouart de Mortemat, Marquesa de Montespan, conhecida como Madame de Montespan (Lussac-les-Châteaux, outubro de 1640 - Bourbon-l'Archambault, 26 de maio de 1707), foi uma dama da corte francesa, uma das mais famosas favoritas de Luís XIV de França.
Nascida no Castelo de Lussac-les-Châteaux, era filha de Gabriel de Rochechouart, duque de Mortemart, e de Diane de Grandseigne. Em 1658, ao deixar o Convento de Las Saintes, onde estudou, Françoise, com o nome de Mademoiselle de Tonnay-Charente, conseguiu chegar à corte com a ajuda da Rainha-mãe, Ana de Áustria, e foi posta em serviço de Henriqueta Ana Stuart, cunhada do rei. Em fevereiro de 1663, Françoise casou-se com Luís Henrique de Pardaillan de Gondrin, Marquês de Montespan, com o qual teve uma filha, Maria Cristina, e um filho, o duque d'Antin.

O Hinduísmo

O hinduísmo é uma tradição religiosa que se originou no subcontinente indiano. Freqüentemente é chamado de Sanātana Dharma (सनातन धर्म) por seus praticantes, frase em sânscrito que significa "a eterna (perpétua) dharma (lei)"
Num sentido mais abrangente, o hinduísmo engloba o bramanismo, a crença na "Alma Universal", Brâman; num sentido mais específico, o termo se refere ao mundo cultural e religioso, ordenado por castas, da Índia pós-budista. Entre as suas raízes está a religião védica da Idade do Ferro na Índia e, como tal, o hinduísmo é citado freqüentemente como a "religião mais antiga", a "mais antiga tradição viva" ou a "mais antiga das principais tradições existentes".

Ets e Ovnis na Bíblia - Contato extraterrestre com Ezequiel, abdução do profeta Elias

Na Bíblia, mais exatamente no livro de II Reis, o capítulo 2 nos traz versículos a serem analisados. Segundo os registros, Eliseu e Elias foram separados um do outro por um redemoinho de vento, e Elias levado até um carro de fogo.

"1- Sucedeu que, quando o senhor estava para elevar a Elias num redemoinho ao céu, Elias partiu de Gigal com Eliseu.
11- E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho"

NASA - Ovnis foram observados em missões tripuladas ao espaço

Dias após a missão partir, tripulantes da Apollo 11, incluindo o renomado astronauta Buzz Aldrin observaram um objeto próximo ao módulo. Próximo o bastante para que pudesse ser observado por todos tripulantes da missão. Em contato com o controle em busca de respostas, não obtiveram a resposta desejada. Não estavam sós no espaço, havia algo mais, os observando.

O futuro e sobrevivência da humanidade está no espaço: Colonizando novos mundos

Defendendo a colonização do espaço como a única forma de sobrevivência da nossa espécie, Stephen Hawking afirmou: "Não creio que a raça humana possa sobreviver aos próximos 1000 anos, a menos que nos espalhemos pelo espaço."

Em 2010 o assunto foi abordado no artigo - "Stephen Hawking - Precisamos colonizar novos mundos" - nos dirigindo para o que parece ser a fronteira final dos limites de nossa civilização, a colonização do espaço à nossa volta.





Desde os primórdios a raça humana tenta expandir seus domínios. Caminhamos para um futuro em que viveremos no espaço, além do nosso planeta natal. 
 
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